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terça-feira, 16 de março de 2021

Catequese no Brasil Colonial: quem foram os primeiros?

1. Ao contrário do que muita gente imagina, foram franciscanos, e não jesuítas, os primeiros religiosos que vieram ao Brasil na tentativa de dar início à catequese. O próprio frei Henrique de Coimbra, que celebrou aquela que é considerada a primeira missa no Brasil, com a assistência dos homens que compunham a esquadra de Cabral, além da presença de indígenas (¹), era franciscano. Os primeiros jesuítas vieram em 1549, acompanhando o primeiro governador-geral Tomé de Sousa.

2. De acordo com o padre Simão de Vasconcelos (²), o primeiro jesuíta a ser capaz de pregar e ouvir confissões na língua dos nativos da Bahia foi João Aspilcueta Navarro.

3. Ainda segundo o padre Simão de Vasconcelos, quando começavam a catequese de um determinado grupo de indígenas, a primeira coisa que jesuítas procuravam fazer era obter o consentimento dos nativos para a construção de uma capela ou igreja em sua aldeia.

4. A primeira igreja edificada por jesuítas junto ao Colégio de São Paulo (fundado em 1554) foi feita de taipa de mão e coberta de palha, como eram, nesse tempo, as demais construções da povoação nascente.

5. O primeiro missionário jesuíta a empreender a catequese na Capitania de São Vicente não foi Manuel da Nóbrega e nem José de Anchieta, e sim o padre Leonardo Nunes.

(1) De acordo com a Carta escrita por Pero Vaz de Caminha.
(2) VASCONCELOS, Pe. Simão de S.J. Crônica da Companhia de Jesus do Estado do Brasil vol. 1 2ª ed. Lisboa: Fernandes Lopes, 1865.


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terça-feira, 28 de março de 2017

Escravos africanos em lugar de indígenas

A escravidão, no Brasil, foi de indígenas e de africanos. Desumana, em um e outro caso, como só ela pode ser. Os indígenas tinham nos missionários jesuítas valentes defensores, que se opunham à sua escravização. Os cativos de origem africana, não. Por quê?
O padre Antônio Vieira (¹), em uma de suas cartas, escreveu que calvinistas e luteranos eram menos hereges que paulistas, porque "enforcam a quem furta e fazem pagar a quem deve, e a seita pauliniana [sic] tudo isto está devorando sempre sem escrúpulo." (²)
Só é possível compreender perfeitamente o que Vieira queria dizer se duas coisas forem consideradas em relação aos jesuítas que empreendiam a catequese no Brasil: o desgosto em relação à chamada "heresia protestante" e o ódio aos paulistas que escravizavam indígenas. 
Não se deve pensar, entretanto, que a escravização da população nativa era fenômeno restrito a São Paulo. Em um documento atribuído a outro jesuíta, o padre José de Anchieta (³), pode-se ler esta observação, relacionada à Bahia e adjacências:
"[...] Já sabem [os indígenas] por todo o sertão, que somente gente que está nas igrejas, onde os padres residem, tem liberdade, que toda a mais é cativa (...)." (⁴)
Isso acontecia porque os missionários eram audazes em fazer frente aos colonizadores, quando o assunto era a escravização de indígenas ou qualquer outra ação que comprometesse sua catequese; em alguns casos, houve até rebeliões de colonos contra a presença da Companhia de Jesus, ao ponto de serem expulsos os padres, como aconteceu em São Paulo no ano de 1640.
Entretanto, observando o outro lado dessa história, veremos que a posição dos jesuítas em relação aos escravizados africanos e/ou de origem africana era muito diferente. Os próprios missionários tinham escravos a seu serviço, e não viam nada de errado em tal prática. Em uma carta enviada ao rei D. João III em 1551, o padre Manuel da Nóbrega (⁵) foi explícito em pedir escravos para o Colégio da Bahia:
"[...] Mande dar alguns escravos de Guiné à Casa [Colégio da Bahia], para fazerem mantimentos, porque a terra é tão fértil, que facilmente se manterão e vestirão muitos meninos, se tiverem alguns escravos que façam roças de mantimentos e algodoais [...]." (⁶)
Outro exemplo pode ser encontrado na sugestão feita pelo padre Antônio Vieira, tendo em vista a queixa persistente dos moradores do Maranhão, de que a catequese de indígenas resultava em falta de mão de obra para as lavouras:
"[...] Não podem haver ao presente outros meios mais certos e efetivos, que os de meter no dito Estado [do Maranhão] escravos de Angola [...].
[...].
Comprem e remetam ao Maranhão duzentos escravos, que devem ser homens e mulheres em ordem à propagação [sic] [...]." (⁷)
Como explicar a diferença no trato dos jesuítas com indígenas e africanos? Nos dois casos, a resposta está na catequese. Os missionários da Companhia de Jesus queriam os indígenas "livres", para que, reunidos em aldeias sob a vigilância dos padres, fossem submetidos a doutrinação. Entretanto, apoiavam a escravização de africanos porque entendiam que, vindo ao Brasil, estariam ao alcance da catequese. Por isso, houve até quem julgasse que, em última análise,  a escravidão era um benefício que se fazia aos africanos...
Uma ideia de como era feita a doutrinação de escravizados, fossem eles indígenas ou africanos, pode ser obtida por esta descrição, proveniente de outro relato de Anchieta: 
"O método que se adota nestas missões é ensinar e explicar a doutrina cristã aos índios e africanos reunidos em um lugar, batizar, ouvir-lhes as confissões, separá-los das concubinas e sujeitá-los às leis do matrimônio, o que nesta Província é trabalho quotidiano, necessário e utilíssimo à salvação das almas." (⁸)
A que conclusão chegamos, leitores? No que se refere à escravidão de africanos, por séculos houve bem pouca gente que atinasse com sua imoralidade, mesmo dentro de contextos estritamente religiosos. Nos chamados países protestantes, o movimento abolicionista precisou lutar contra quem, com base na Bíblia, defendia a manutenção da ordem escravista. Interessante é que a mesma fonte era citada por quem queria acabar de vez com a escravidão. Não foi diferente onde o catolicismo predominou (⁹), o que vale, certamente, também para o Brasil. 

(1) 1608 - 1697.
(2) VIEIRA, Pe. Antônio S. J.  Cartas vol. 2isboa Ocidental: Oficina da Congregação do Oratório, 1735, p. 474.
(3) 1534 - 1597.
(4) ANCHIETA, Pe. Joseph de S. J. Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 378.
(5) 1517 - 1570.
(6) VASCONCELOS, Pe. Simão de S. J. Crônica da Companhia de Jesus do Estado do Brasil vol. 2, 2ª ed. Lisboa: Fernandes Lopes, 1865, pp. 307 e 308.
(7) VIEIRA, Pe. Antônio S. J.  Op. cit. Lisboa Ocidental: Oficina da Congregação do Oratório, 1735, pp. 176 e 177.
(8) ANCHIETA, Pe. Joseph de S. J. Op. cit. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 399.
(9) Para quem tiver interesse no assunto, poderá ser útil correr os olhos por uma obrinha de muita importância, escrita por José Bonifácio de Andrada e Silva, e que tem por título A Abolição.


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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Primeiro os meninos indígenas

No Século XVI, os meninos indígenas tinham a preferência dos jesuítas na catequese


Os adultos, primeiro, ou os meninos? Esta questão se impôs aos jesuítas que, em meados do Século XVI, começavam a desenvolver a catequese de povos indígenas do Brasil. Depois de breve tempo, chegou-se à conclusão de que os meninos eram "mais aptos" para as pretensões dos missionários, uma vez que os homens feitos dificilmente deixavam os hábitos e costumes nos quais haviam crescido e passado toda a existência.
Isso não quer dizer que jesuítas não se dessem ao trabalho de tentar a doutrinação de adultos. Era apenas uma questão de prioridade, já que as crianças (e, por vezes, também as mulheres indígenas) pareciam mais receptivas que os escolados guerreiros nativos, orgulhosos das práticas recebidas dos ancestrais.
Pelas cartas que jesuítas enviavam à Europa - aos superiores ou aos irmãos de Ordem - sabemos alguma coisa sobre  a rotina desses primeiros tempos de catequese. Em uma carta de Anchieta, datada de 1555, destinada aos irmãos da Companhia de Jesus em Portugal, pode-se ler:
"Estes índios, entre quem estamos agora, nos dão seus filhos para que os doutrinemos, e pela manhã, depois da lição, dizem ladainhas na igreja, e à tarde, a Salve; aprendem as orações em português e em sua própria língua (...)." (¹)
Observemos, de passagem, um fato interessante que pode ser depreendido do trecho acima: chegados ao Brasil em 1549, já em 1555 eram alguns dos jesuítas capazes de proporcionar ensino tanto em português quanto na chamada "língua geral", majoritariamente empregada por indígenas das regiões litorâneas.
Também de 1555 é esta informação que aparece em outra carta de Anchieta, que nos oferece uma ideia do currículo adotado, incluindo leitura, escrita e, por suposto, doutrinação religiosa:
"Estamos, como lhes hei escrito, nesta aldeia de Piratininga, onde temos uma grande escola de meninos, filhos de índios, ensinados já a ler e escrever, e aborrecem muito os costumes de seus pais, e alguns sabem ajudar a cantar a missa: estes são nossa alegria e consolação, porque seus pais não são mui domáveis [sic], posto que sejam mui diferentes dos das outras aldeias, porque já não matam nem comem contrários, nem bebem como dantes." (²)
Em 1556 Anchieta ainda escreveria, deixando bem claro que a doutrinação era o primeiro e maior cuidado:
"No que diz respeito à doutrinação dos meninos, suficientemente me explanei nas cartas antecedentes. Duas vezes por dia se reúnem na escola, e todos eles, principalmente de manhã, porque depois do meio-dia, cada um precisa prover à sua subsistência, caçando ou pescando; e se não trabalharem, não comem. O principal cuidado que deles se tem, consiste no ensino dos rudimentos da fé, sem omitir o conhecimento das letras, às quais tanto se afeiçoam, que se nessa ocasião se não deixassem seduzir, talvez outra se não pudesse encontrar. Em matéria de fé, respondem por certas fórmulas que se lhes ensinam; alguns, mesmo sem elas." (³)
É significativa a observação de que, à tarde, não havia aulas, uma vez que competia aos meninos a obrigação de caçar e pescar para o próprio sustento; parece também que o velho (mas muitas vezes eficiente) método grego de ensinar mediante perguntas e respostas era empregado em terras brasílicas por missionários jesuítas que se viam, de certa forma, como repetidores na América da missão desenvolvida pelos apóstolos. Não demoraria, porém, para que os padres, tão esperançosos quanto a seus catecúmenos, tivessem uma amarga decepção. Na próxima postagem trataremos disso.

(1) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 72.
(2) Ibid., p. 85.
(3) Ibid., p. 89.


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domingo, 2 de março de 2014

A criatividade dos jesuítas para preservar valores religiosos no Brasil Colonial

É proverbial o relaxamento dos costumes, no que tange à religião (¹), que andava em vigor no Brasil Colonial. Para combater essa situação, os padres enviados para a catequese de nativos e para assistência espiritual aos que vinham da Europa precisavam exercitar, como veremos, uma certa criatividade.
Em carta escrita em Piratininga e datada de 1554, Anchieta explicava o método de que se fazia uso na Capitania do Espírito Santo para evitar que fossem proferidos juramentos irrefletidos ou que se pronunciasse o nome de Deus sem o devido cuidado:
"Para que os homens se dissuadissem dos juramentos, estabeleceu-se uma como confraria de caridade; os que a ela se filiarem, se quando jurarem, a si mesmos se acusarem, pagam uma determinada quantia de dinheiro para o casamento de alguma órfã (²); acusados, porém, por outros, pagam o dobro; assim, raramente se pronuncia o nome de Deus com irreverência [...]." (³)
Ideia interessante, essa...
Singular ideia, no entanto, foi a que teve o Padre Manuel da Nóbrega, já cansado de repreender um padre que não levava a sério seu voto de castidade - é ainda Anchieta quem relata, ao traçar a biografia do Padre Nóbrega:
"Tendo avisado por vezes a um clérigo escandaloso, como se não emendasse, sabendo o Padre estar com a ocasião do seu pecado (⁴), se foi à porta da casa, gritando a grandes vozes que acudisse gente, que estavam ali crucificando a Cristo. Acudiu gente e ficaram tão espantados os dois pecadores que se apartaram e cessou o escândalo." (⁵)
Ora, senhores leitores, tentem imaginar a situação! Chega a ser espantoso que, como diz Anchieta, cessasse o escândalo?

(1) E não somente à religião.
(2) Ou seja, para que se constituísse um dote que permitisse a uma órfã casar-se, já que naqueles tempos, e muito além, nenhuma mulher que não dispusesse de um dote razoável conseguia contrair matrimônio.
(3) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 37.
(4) Interessante eufemismo.
(5) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Op. cit., p. 471.


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domingo, 22 de dezembro de 2013

O padre Anchieta fazia alpargatas

Os europeus que, no século XVI, iniciaram a colonização do Brasil, tiveram, não necessariamente por opção, mas por razões de sobrevivência, de aprender com os povos indígenas novos hábitos e costumes. Isso significava o uso, como alimento, de coisas que até então desconheciam, dormir em redes (como os índios) e até mesmo novos modos de preparar o vestuário e construir habitações. Afinal de contas, que poderiam fazer quando roupas e calçados, trazidos do Reino, após muito uso devessem ser substituídos?
Como parte ativa no processo de colonização, os jesuítas trataram, em suas tentativas de aproximar-se dos nativos para doutriná-los, de viver tanto quanto possível segundo os hábitos e recursos locais, enquanto se esforçavam para aprender a língua da terra, instrumento indispensável à catequese.
Nas areias de Iperoig em Ubatuba (SP),
encontra-se este monumento em
homenagem 
ao Padre José de Anchieta
 que,
no Século XVI,
foi missionário no Brasil.
É possível, hoje, conhecer algo das dificuldades e soluções encontradas pelos religiosos europeus se lermos as cartas que enviavam e nas quais, com uma periodicidade quase sempre anual, davam conta a seus superiores das atividades, dos progressos e mesmo dos fracassos em relação ao que empreendiam na América. Assim, em 1554, em carta mandada a Coimbra, José de Anchieta escreveu:
"Agora estou aqui em São Vicente, que vim com nosso padre Manuel da Nóbrega para despachar estas cartas. Demais disso tenho aprendido um ofício que me ensinou a necessidade, que é fazer alpergatas (¹), e sou já bom mestre e tenho feitas muitas aos irmãos, porque se não pode andar por cá com sapatos de couro pelos montes." (²)
E em outra carta, desta vez tendo por destinatário o Geral da Companhia de Jesus, datada de julho de 1860, o mesmo Anchieta relatou:
"... fazemos vestidos, sapatos, principalmente alpercatas de um fio como cânhamo, que nós outros tiramos de uns cardos lançados n'água e curtidos, cujas alpercatas são mui necessárias pela aspereza das selvas e das grandes enchentes d'água." (³)
Esse costume de usarem os padres as alpargatas não era, no entanto, devido apenas às condições do terreno em que andavam. Devia-se, também, à falta de calçados como os que estavam disponíveis no Reino. Isso registrou o mesmo Anchieta, muito mais tarde (⁴), ao falar do Padre Diogo Jacome:
"Era isto mui comum naqueles tempo trabalharem os Irmãos de saberem alguns ofícios proveitosos para a comunidade. E assim o dito Padre (⁵) e outros Irmãos aprenderam a fazer alpargatas, porque então não havia sapato nem meia." (⁶)
Ora, em terras do Brasil, no Século XVI, já era bastante, para quem se aventurava pelos sertões, dispor de umas alpargatas para os pés. Afinal, não será demais lembrar que a maioria dos índios dispensava qualquer calçado. Sendo muito hábeis em andar descalços, ensinaram aos portugueses o modo como o faziam, e que, posteriormente, foi adotado pelas levas de bandeirantes que cruzaram o interior da Colônia.

(1) O termo "alpargata", de mesmo significado, é mais usual atualmente no português falado no Brasil.
(2) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 63.
(3) Ibid., p. 151.
(4) A data exata é desconhecida, mas as circunstâncias do texto apontam para a segunda metade da década de 1580.
(5) Refere-se a Diogo Jacome.
(6) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Op. cit.,  pp. 482 e 483.


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quarta-feira, 31 de julho de 2013

As aranhas do padre Anchieta


"Umas são um pouco ruivas, cor de terra..."

Quem dentre meus leitores gosta de aranhas? Imagino que poucas pessoas, excetuando, por certo, os pesquisadores que se dedicam a elas - para bem da humanidade, felizmente.
"...outras pintadas, todas cabeludas"
Os monçoeiros que iam pelo Tietê e outros rios rumo ao interior do Brasil no Século XVIII eram acossados de contínuo por montes de aranhas que, caindo das árvores que margeavam os cursos d'água, iam dar nas embarcações - coisa que suscitava, neles, expressões constantes de desagrado, que beiravam ao horror, em alguns casos.
Muito antes dos monçoeiros, no entanto, o Padre José de Anchieta, missionário jesuíta no Brasil, instado a descrever a colônia portuguesa na América e suas particularidades, assim se referiu às aranhas, em uma carta ao Geral de sua Ordem:
"O que direi das aranhas, cuja multidão não tem conta? Umas são um pouco ruivas, outras cor de terra, outras pintadas, todas cabeludas; julgarias que são caranguejos, tal é o tamanho do seu corpo: são horríveis de ver-se, de maneira que só a sua vista parece trazer diante de si veneno." (*)
A carta da qual fazia parte o trechinho acima foi escrita em São Vicente, no fim de maio de 1560. Não se pode, por ela, concluir que Anchieta fosse um apreciador de aranhas, não é mesmo?

(*) ANCHIETA, Pe. Joseph de S.J. Cartas, Informações, Fragmentos Históricos e Sermões. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1933, p. 115.


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