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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Carroças de aluguel

O fim da escravidão levou ao aparecimento de alternativas para o transporte de cargas e mudanças na capital do Império do Brasil 


Viajantes estrangeiros que chegavam à capital do Brasil no Século XIX logo constatavam que o transporte de objetos de qualquer dimensão sempre era feito por escravos. Até mesmo mudanças eram realizadas assim, de modo que não era incomum que cativos devessem, percorrendo as ruas do Rio de Janeiro, carregar todos os móveis de uma casa para outra. O pintor francês François-Auguste Biard chegou a ver um grupo de escravos carregando um piano! Isso foi em 1858.
À medida, porém, que leis restritivas à escravidão entravam em vigor, proibindo, por exemplo, o tráfico de africanos (¹), ficou evidente que a escravidão, mais cedo ou mais tarde, acabaria. Surgiu, então, a necessidade de encontrar outros modos de realização do trabalho. Nascia também, ainda que tardiamente, um sentimento de que o trabalho escravo devia ser abolido, já que era uma desonra para o País. Escravos carregadores passaram a ser vistos mais raramente. 
Não imaginem os leitores que tais reflexões provocaram, de imediato, alguma louca aventura modernizadora. Se não era mais possível ou aceitável que escravos percorressem as ruas carregando móveis, a tarefa passou a ser atribuída a animais de carga que puxavam carroças. Vejam este anúncio que apareceu no Almanaque Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro Para o Ano de 1871 (²):


Observem a menção ao aluguel de carroças para transporte de café, que deve ser contrastado com o método usado décadas antes, quando grupos de escravos, levando sacas sobre a cabeça, eram vistos repetindo uma cançãozinha monótona, que servia para marcar o ritmo do trabalho. Vejam que, ainda que lentamente e sob a pressão das circunstâncias, os costumes mudavam. Isso não significa que carroças e outros veículos com tração animal não fossem usados anteriormente - é claro que eram -, e nem que os escravos carregadores tenham, de um dia para outro, sumido das ruas. Tudo o que se pode dizer, então, é que demorou, mas a péssima mania chegou ao fim.

(1) Lei Eusébio de Queirós, 1850.
(2) HARING, Carlos Guilherme. Almanaque Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro Para o Ano de 1871. Rio de Janeiro: E & H Laemmert, 1871, p. 610.


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quarta-feira, 2 de março de 2016

Daguerreótipos

"O procurador vivera até ali na ignorância do que podia valer a pintura, salvo para fazer alguns retratos, e isto mesmo nem era já aplicação sensata depois do daguerreótipo, então em plena posse de ambos os mundos."
Machado de Assis, Silvestre

Nos anos trinta do Século XIX havia uma porção de gente fazendo experimentos cujo objetivo era a criação de técnicas que permitissem o registro de imagens - aquilo a que hoje, genericamente, chamamos fotografia. Sim, tratava-se de capturar a luz que entrava em uma caixa através um pequenino orifício (câmara escura), mas o grande problema da época era achar um modo de gravar a imagem produzida, tornando-a permanente. 
Um desses pesquisadores foi Louis-Jacques-Mandé Daguerre, que, entre 1837 e 1838, desenvolveu o método de revelação com mercúrio de placas de prata iodadas, conhecido como daguerreotipia. As imagens assim obtidas foram, por consequência, chamadas "daguerreótipos". O processo de Daguerre, mediante longa exposição (às vezes, até quinze minutos) produzia uma imagem "em positivo", mas avanços posteriores permitiram uma redução significativa no tempo de exposição e a reprodução das imagens sobre papel. Para os padrões da época, o resultado era considerado muito bom.
O fato é que, com este ou com outros métodos, a nascente fotografia despertava grande interesse; virou moda, e até símbolo de distinção social, fazer-se retratar mediante um daguerreótipo. 
O Almanaque Laemmert de 1854 trazia o seguinte anúncio, relativo a uma "Oficina de Daguerreótipo" existente no Rio de Janeiro, capital do Império do Brasil:
"Este estabelecimento, dirigido pelo distinto artista A. Verre, é o único nesta Corte, para dar aos retratos sobre papel e marfim, esse brilho no colorido, esse bem acabado no trabalho que mostra à primeira vista o talento do retratista e a obra tocada por mãos de mestre: a oficina está aberta todos os dias das 10 horas da manhã às 3 da tarde." (¹)


Após essa generosa exibição de modéstia, será útil recordar que a mesma edição do Almanaque trazia ainda como anunciantes outros três estabelecimentos dedicados à fotografia, sendo um deles também na rua do Ouvidor (como o do Sr. A. Verre), outro na rua dos Latoeiros e o último na rua dos Ourives.
Muitos profissionais que trabalhavam em estúdios fotográficos no Brasil do Século XIX eram estrangeiros. O pintor François Biard, que esteve no Brasil entre 1858 e 1859, considerou que aprender fotografia seria útil para ajudá-lo a registrar imagens do País, sempre que não pudesse fazê-lo com pincéis e tintas. Assim, arranjou um equipamento e tratou de começar seus experimentos, que se revelaram um tanto desastrados, a princípio, mas que, afinal, acabaram sendo bastante produtivos. (²). Enquanto viajava, andava à procura de fotógrafos, para, através deles, travar contato com novas técnicas ou adquirir material fotográfico (o que, naquele tempo, significava mais ou menos o mesmo que dispor de um laboratório de química). Numa dessas ocasiões, anotou em seu registro de viagem (³):
"Vim a conhecer, por intermédio do Sr. Costa, um francês que chegara de Lima; era relojoeiro e tirava daguerreótipos." (⁴) 

François Biard fotografando (⁵)
O que há de muito interessante sobre este relato é que o encontro ocorreu em Manaus, que era, então, uma pequenina povoação, antes que o surto de exportação de borracha fizesse dela um centro importante às margens do rio Negro. Ou seja, era uma prova acabada de que a fotografia gerava interesse, fazia muitos adeptos, dava lucro e suscitava um novo ramo artístico, mesmo em pequenas localidades. 

O pintor François Biard tendo, à esquerda, seu equipamento de fotografia (⁶)

(1) LAEMMERT, Eduardo. Almanaque Administrativo, Mercantil e Industrial da Corte e Província do Rio de Janeiro Para o Ano de 1854. Rio de Janeiro: Eduardo e Henrique Laemmert, 1854, p. 522.
(2) Biard conjecturava que, em alguns pontos da floresta amazônica, o seu equipamento de fotografia provavelmente era o primeiro que chegava.
(3) Os desenhos em (5) e (6) são de E. Riou, a partir de esboços do próprio Biard.
(4) BIARD, Auguste François. Dois Anos no Brasil. Brasília: Ed. Senado Federal, 2004, p. 164.
(5) BIARD, François. Deux Années au Brésil. Paris: Hachette, 1862, p. 569.
(6) Ibid., p. 333.


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quarta-feira, 25 de março de 2015

Um escravo inocente foi executado

Machado de Assis, narrando em Quincas Borba as trágicas aventuras de Rubião na capital do Império, coloca o protagonista na cena da procissão que escoltava um sentenciado à morte, dando a nós, do Século XXI, a oportunidade de visualizar (mentalmente...), qual era o cerimonial adotado, com o propósito de, tanto quanto possível, causar a mais forte impressão nos circunstantes, até pelo terror que inspirava:
"Na esquina da rua dos Ourives deteve-o um ajuntamento de pessoas, e um préstito singular. Um homem, judicialmente trajado, lia em voz alta um papel, a sentença. Havia mais o juiz, um padre, soldados, curiosos. Mas as principais figuras eram dois pretos. Um deles, mediano, magro, tinha as mãos atadas, os olhos baixos, a cor fula, e levava uma corda enlaçada no pescoço; as pontas do baraço iam nas mãos do outro preto. Este outro olhava para a frente e tinha a cor fixa e retinta. Sustentava com galhardia a curiosidade pública. Lido o papel, o préstito seguiu pela rua dos Ourives adiante [...]."
Para encurtar a história, basta dizer que Rubião, horrorizado com o que vê, quer ir embora, mas, ao mesmo tempo, não quer, ou seja, fica preso pela curiosidade, de tal modo que acaba presenciando a execução:
"Eis o réu que sobe à forca. Passou pela turba um frêmito. O carrasco pôs mãos à obra. [...] O instante fatal foi realmente um instante; o réu esperneou, contraiu-se, o algoz cavalgou-o de um modo airoso e destro; passou pela multidão um rumor grande, Rubião deu um grito, e não viu mais nada."
Os leitores devem ter percebido que, em uma execução, a morte era feita espetáculo público, para "servir de exemplo". Exemplo que, aliás, sempre teimou em não funcionar. As mais draconianas dentre as penas jamais tiveram o efeito de banir a criminalidade, e, por suposto, não tinham os resultados esperados, sob esse aspecto, nem mesmo no Brasil Império, onde, como se sabe, as penas atribuídas aos escravos eram sensivelmente mais pesadas que as impostas aos criminosos de condição livre.
Ocorre que a pena de morte tinha - e tem - dentre outros, o grave inconveniente da irreversibilidade. Um homem injustamente acusado de um crime, se sentenciado à prisão, com ou sem trabalhos forçados, podia ser posto em liberdade tão pronto quanto se provava a sua inocência. Não assim com a pena de morte. E, em se tratando da execução de escravos, há pelo menos um relato em que a punição foi indevidamente aplicada, segundo registrou Mello Moraes em sua Crônica Geral do Brasil. Um caso absurdo, como se verá:
"No dia 17 de fevereiro de 1837 foi executada na forca levantada no largo do Moura a sentença de morte imposta pelo júri da Corte do Rio de Janeiro, em sessão de 16 de janeiro do mesmo ano a Domingos Moçambique, cego de ambos os olhos, escravo de Joaquim Francisco de Oliveira, como autor do bárbaro e atroz assassinato de Manuel José da Costa Rego, caixeiro de seu senhor.
Mais tarde, anos depois, verificou-se que esse infeliz preto cego foi supliciado inocente, pela confissão que, no ato de morte, fez ao sacerdote o verdadeiro assassino." (*)
O medo inspirado pela expectativa de uma revolta de escravos era de tal proporção que levava gente supostamente normal às raias da irracionalidade. Não havia espaço para considerações ponderadas quanto a ser possível que o acusado houvesse, de fato, cometido o crime. Alguém tinha que pagar, e, pelo visto não importava muito se era ou não inocente, desde que a supremacia escravocrata fosse mantida, ainda que sob a intimidação da forca.

(*) MORAES, Alexandre José de Mello. Crônica Geral do Brasil vol. 2. Rio de Janeiro: Garnier, 1886, p. 333.


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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Cuidado ao atravessar a rua!

"Qual é a semana [...] em que não morre alguém debaixo de um bond elétrico? E bond elétrico é revolução?"
Machado de Assis, Gazeta de Notícias, 28 de abril de 1892

Correio e rua Primeiro de Março, Rio de Janeiro, c. 1889 (¹)

Menino, olha o carro! Cuidado ao atravessar a rua...
Outro dia ouvi uma menininha cantando:
"Quando saio a passear,
Um cuidado devo ter:
Ao atravessar a rua
O sinal obedecer!"

É bom que se tenha cuidado, mesmo, nessas ruas brasileiras de trânsito caótico. Mas cuidado também era necessário quando o trânsito, apesar de intenso, não fluía à mesma velocidade.
Em um livrinho destinado à prática escolar da leitura, publicado em 1875, cuja autora era a professora Guilhermina de Azambuja Neves, podia-se ler:
"Nos lugares onde transitam muitos carros ou nas encruzilhadas onde há trilhos de ferro não atravesses de uma calçada para outra sem te certificares primeiro de que não vem algum veículo que te possa pisar." (²)
Nesse tempo, "carros" e "veículos" urbanos, no Brasil, só os de tração animal.
Não tenho dúvidas de que a percepção da velocidade depende do tempo em que se vive. Gente que viajou nas primeiras locomotivas a vapor, capazes de desenvolver apenas uns poucos quilômetros a cada hora, tinha sensação de vertigem devido à velocidade. O mesmo acontece em relação aos acidentes de trânsito - eram numerosos e trágicos no passado, quando carroças, carruagens, seges e coches, todos com tração animal, infestavam as ruas, como o são atualmente, com automóveis que se deslocam por ruas e avenidas, quando em boa ordem, a 60 ou 80 quilômetros por hora. Se o assunto é tragédia, vale recordar que o cientista francês Pierre Curie, que morreu em 19 de abril de 1906, foi, em um dia de tempo chuvoso, atropelado por uma carruagem. Sem mais rodeios, teve a cabeça triturada. Sim, acidentes com carruagens e seus cavalos podiam ser tão fatais quanto um atropelamento por automóvel ou trem.
Quando os primeiros bondes elétricos foram introduzidos no Rio de Janeiro (na época, capital do Brasil), não foram poucos os acidentes, vários deles com óbitos. Machado de Assis, que era, então, colunista do jornal Gazeta de Notícias, comentou alguns desses casos, dentre os quais vão aqui alguns, para que os leitores percebam que os acidentes com bondes elétricos eram creditados à velocidade que desenvolviam, quando comparados aos velhos bondes puxados por burros. 
Em 14 de outubro de 1892 Machado escreveu:
"Custa muito passar adiante, sem dizer alguma coisa das últimas interrupções elétricas; mas se eu não falei da morte do mocinho grego, vendedor de balas, que o bond elétrico mandou para o outro mundo, há duas semanas, não é justo que fale dos terríveis sustos de quinta-feira passada. O pobre moço grego se tivesse nascido antigamente, e entrasse nos jogos olímpicos, escapava ao desastre do largo do Machado. Dado que fosse um dia destruído pelos cavalos, como o jovem Hipólito, teria cantores célebres, em vez de expirar obscuramente no hospital, tão obscuramente que eu próprio, que lhe decorara o nome, já o esqueci."
Diria também, em 23 de outubro do mesmo ano:
"Se os dois anciãos que o bond elétrico atirou para a eternidade esta semana houvessem já feito por si mesmos o que lhes fez o bond, não teriam entestado com o progresso que os eliminou."
Sarcástico, não? Os "desastres", como se usava dizer, nem sempre eram fatais, mas podiam resultar em lesões graves, como se vê neste outro trecho, datado de 13 de novembro de 1892:
"Moderno e antigo a um tempo é o novo desastre produzido pelo bond elétrico, não por ser elétrico, mas por ser bond.
Parece que contundiu, esmagou, fez não sei que lesão a um homem. O cocheiro evadiu-se."
Aparece aí, no final desta última citação, um fato que, mutatis mutandis, não deixa, às vezes, de ocorrer até hoje, quando acontece algum acidente de trânsito. 
À vista de tudo isso, só resta lembrar o conselho da Professora Guilhermina de Azambuja Neves: "...não atravesses de uma calçada para outra sem te certificares primeiro de que não vem algum veículo que te possa pisar." Ou, mais simplesmente: - cuidado ao atravessar a rua, menino!...

(1) ______________ Album de Vues du Brésil. Paris: A. Lahure, 1889. O original pertence à BNDigital; a imagem foi editada para facilitar a visualização neste blog.
(2) NEVES, Guilhermina de Azambuja. Entretenimentos Sobre os Deveres de Civilidade 2ª ed. Rio de Janeiro: 1875, pp. 115 e 116. O exemplar consultado pertence à BNDigital.


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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Escravos vendedores

Durante a escravidão, havia escravos especializados em várias tarefas


"Com efeito, eram diferentes letras, e só então reparei nisto; apontei ainda outros escravos, alguns com os mesmos nomes, distinguindo-se por um apelido, ou da pessoa, como João Fulo, Maria Gorda, ou de nação, como Pedro Benguela, Antônio Moçambique...- E estão todos aqui em casa? perguntou ele.- Não, alguns andam ganhando na rua, outros estão alugados. Não era possível ter todos em casa. Nem são todos os da roça; a maior parte ficou lá."
Machado de Assis, Dom Casmurro

Escrava vendedora de
galinhas (²)
Assim como os trabalhadores livres, escravos podiam também ser especializados em alguma tarefa, fosse porque tivessem aprendido um ofício, fosse porque os respectivos senhores os destinavam a certos trabalhos em particular. Desse modo, havia escravos vendedores, escravos "de recados", escravos (especialmente escravas) para afazeres domésticos, escravos "do eito", ou seja, da lavoura, e assim por diante.
Quanto aos ofícios, propriamente, havia escravos sapateiros, pedreiros, barbeiros... Disso decorria que o proprietário, às vezes, alugava o(s) escravo(s) para que prestasse(m) serviço a outras pessoas. É claro que o pagamento pelo trabalho ia para as mãos do senhor e não do escravo, embora certos acordos não fossem proibidos. Não havia nenhum regulamento que impedisse um senhor de prometer ao escravo uma parte dos ganhos, uma "comissão", no caso de escravos encarregados da venda de um produto qualquer.
Viajantes estrangeiros que estiveram no Brasil durante o Século XIX notaram que era grande o número de escravos que, pelas ruas do Rio de Janeiro, apregoavam uma variedade de artigos para venda. Há registros escritos e iconográficos desse costume. Como exemplo, vejamos um trechinho anotado pelo príncipe Adalberto da Prússia:

Escrava vendedora de frutas (³)
"Frequentemente os negros que passavam carregavam na cabeça caixas envidraçadas com artigos de armarinho para vender; muitas vezes vendendo roletes de cana-de-açúcar também. Muito originais e quase grotescos são os pregões com que gritam ou cantam apregoando sua mercadoria." (¹)
Havia, é certo, escravas com enormes tabuleiros de doces, havia quem vendesse bonecas de pano e outros brinquedos rústicos - coisas que faziam a delícia das crianças da época. Havia também vendedores de café, caldo de cana, limonada... A lista é enorme. A maior parte das pessoas achava tudo isso normal, sem levar em conta que, afinal, os vendedores eram escravos. Não trabalhavam para si mesmos, e sim para o lucro dos respectivos senhores.


Escravo vendedor de doces (⁴)
(1) ADALBERTO, Príncipe da Prússia. Brasil: Amazônia - Xingu. Brasília: Senado Federal, 2002, pp. 30 e 31.
(2) Escrava vendedora de galinhas no Rio de Janeiro, provavelmente Século XIX. O original pertence ao acervo da BNDigital. A imagem foi editada para facilitar a visualização.
(3) _____________ Brasilian Souvenir. Rio de Janeiro: Ludwig & Briggs, 1845. O original pertence ao acervo da BNDigital; a imagem foi editada para facilitar a visualização neste blog.
(4) Escravo vendedor de doces, de acordo com Joaquim Lopes de Barros, 1840/41. O original pertence à Biblioteca Nacional; a imagem foi editada para facilitar a visualização neste blog.